| AVIAÇÃO
A profissão de comissário de bordo ou aeromoça para mulheres, surgiu em 1930 por reivindicação de uma mulher, Ellen Churck, pois apaixonada por aviação e não poder
pilotar uma aeronave por ser mulher, a enfermeira sugeriu à Boeing Air
Transport que colocasse enfermeiras a bordo dos aviões para cuidar da
saúde e segurança dos passageiros durante o vôo.
As primeiras moças contratadas deveriam ser solteiras, não terem filhos, obedecer a um padrão de peso e altura, porém possuíam salários muito baixos. A idéia fez muito sucesso, pois as mulheres a bordo passavam segurança aos passageiros, já que a mulher era considerada uma figura de fragilidade, e tendo mulheres trabalhando a bordo passava a idéia aos viajantes de que o avião não era tão perigoso quanto pensavam. Devido a Segunda Guerra Mundial, as enfermeiras foram convocadas para os campos de batalha, as companhias aéreas então começaram a colocar mulheres de nível superior a bordo, contudo sem perder o charme e a elegância, já que essa profissional representaria a empresa. A profissão se popularizou, e perdeu o símbolo sensual que possuía, foi então que surgiu o "aeromoço", já que as funções do comissário aumentaram devido ao aumento do fluxo de passageiros, o que exigia mais do profissional. Pré-requisitos para a obtenção da Licença Para conseguir a licença de comissário de voo (CMS), o candidato deverá ter 18 anos, 2º grau completo e freqüentar uma Unidade de Instrução Profissional (entidade homologada pela ANAC), a fim de cumprir o Programa de Instrução Teórica e Prática estabelecido no Manual de Curso de Comissário de Voo (MMA 58-11, de 28 março 1995), com carga horária total, mínima, de 138 horas-aula. » Ter completado 18 anos » Ter concluído com aproveitamento o 2º grau (ensino médio) » Ter sido aprovado em curso homologado pela ANAC » Ter sido aprovado em banca de exames da ANAC » Ter o Certificado de Capacidade Física (CCF) 2º classe, válido – segundo o RBHA 67 Consulte o item 63.65 do RBHA 63. Para fins de Licença e habilitação consulte os requisitos previstos nos itens 63.69, 63.71 e 63.75 do RBHA 63. Curso de comissário de vôo O Curso de Comissário(a) de Vôo habilita para o exercício da comissária em uma tripulação aérea, a bordo de aeronaves civis, comerciais e executivas. O(A) Comissário(a) de Vôo é o profissional treinado para cumprir os procedimentos operacionais de segurança que fazem parte das exigências oficiais da aviação, além de operar equipamentos da aeronave, promover os atendimentos necessários aos passageiros e à tripulação além de atuar em situações de emergência e estratégias de sobrevivência. Comissários de vôo são responsáveis por garantir um ambiente de organização e tranqüilidade, conforto e segurança para todas as pessoas que se encontrem a bordo de uma aeronave. Quando são mulheres, as Comissárias de Vôo são conhecidas como AEROMOÇAS. O(a) Comissário(a) é um agente de segurança a bordo, preparado para administrar conflitos pessoais, comportamentos inadequados e também para responder eficazmente a qualquer tipo de emergência aérea que envolva os passageiros e a tripulação. Uma profissão fascinante que torna possível conhecer muitas cidades e países, sem as tradicionais rotinas e jornadas de trabalho, é o Comissário que vende a imagem de qualidade das empresas aéreas, pois os passageiros têm contato direto com este profissional graças ao tratamento que recebem a bordo, durante o percurso. Entre as funções do Comissário(a) de Vôo incluem-se: a checagem de equipamentos de segurança; a checagem e o oferecimento de material de alimentação e pernoite; recepção e encaminhamento de passageiros aos lugares; demonstração dos equipamentos de segurança e saídas de emergência; verificação das posições corretas de poltronas e cintos de segurança; transmissão de informações sobre o vôo e as condições metereológicas e atendimento as solicitações dos passageiros e da tripulação (comandantes, pilotos e co-pilotos). Para obter a licença de Comissária (o) de Vôo, o candidato devera ter idade mínima de 18 anos, 2° grau completo e freqüentar uma Unidade de Instrução Profissional (Escola homologada pelo Departamento de Aviação Civil - DAC), além de possuir o Certificado de Capacidade Física (CCF), ou seja, estar apto no exame médico realizado no Hospital da Aeronáutica ou Clínicas homologadas pelo CEMAL/ANAC. O curso de Comissário(a) é composto de aulas teóricas e práticas, onde o programa de instrução é estabelecido no Manual do Curso de Comissário de Vôo. Grade Curricular: Instrução Teórica: Básica: » Comissário de Vôo » Sistema de Aviação Civil » Regulamentação da Aviação Civil » Regulamentação da Profissão de Aeronauta » Segurança de Vôo Técnica: » Conhecimentos Básicos sobre Aeronaves » Navegação Aérea » Meteorologia » Aspectos Fisiológicos da Atividade do Comissário de Vôo » Primeiros Socorros na Aviação Civil » Emergências a Bordo » Sobrevivência » Fatores Humanos na Aviação Civil Instrução Prática: Técnica: » Combate ao Fogo » Sobrevivência na Selva e Primeiros Socorros após Acidente Aéreo » Sobrevivência no Mar Clique aqui para visualizar o Manual do Curso de Comisário de Vôo (MCA 58-11) Pesquisa aborda o comportamento feminino nas ultimas décadas Elas querem independência financeira, sucesso profissional, ser reconhecidas como boas mães e um “homem para chamar de seu”.Na década de 20 as mulheres foram compelidas a encarar o mercado de trabalho enquanto seus homens eram enviados para a guerra. Desde então, elas ocuparam seus lugares na sociedade, conquistaram posições, mas ainda ganham menos 30% que os homens. (Ou seja, ainda temos muito pela frente). Além disso, cerca de 20% assume já ter sofrido violência doméstica, assunto que só recentemente, com a Lei Maria da Penha, começou a ser desmistificado e sair do status de tabu. Paralelo a isso, as mulheres continuam buscando cada vez mais sua emancipação. Pesquisa realizada pela Rohde&Carvalho aponta que, em 2010, cerca de 32% das mulheres entre 30 e 60 anos afirmam precisar cada vez menos dos homens. (Eu chamo isso de amor-prório, meu bem. Espero que vocês estejam nesses 32%). A maioria das mulheres brasileiras trabalha fora (76%) e é responsável por parte do orçamento familiar (73%) e 71% é independente financeiramente. Os dados também indicam que 58,9% das entrevistadas entre 20 e 30 anos faz serviços domésticos e 51,9% é responsável pelas compras do supermercado. E 78,9% destas mesmas mulheres declaram que considera importante ter “um homem para chamar de seu”. (E quem não quer uma companhia? quem diz que não é mentiroso). A pesquisa mostra também que, para 36% das jovens entre 13 e 20 anos, ganhar dinheiro significa ter sucesso e que este fato é o que mais pesa na hora de escolher uma carreira. Em 2010, as mulheres ocuparam 56% das matrículas no ensino superior (Isso aí mulherada, todo mundo estudando! O conhecimento é o bem mais precioso que podemos ter), contra 44% das feitas pelos homens. No trabalho, 75,2% das jovens querem ocupar cargo de chefia e 92,7% querem estar em constante atualização intelectual. Para contrabalançar, ser reconhecida como boa mãe é importante para 89,1% delas, assim como estar com a família (92,7%). As mulheres estão tomando a iniciativa na conquista. (Mas não envergonhem a categoria. Antes de tomar a iniciativa confiram se é comprometido #ficaadica). É a opinião de 77% das jovens brasileiras entre 13 e 20 anos de idade. Até mesmo por isso, buscam cada vez mais a beleza e preocupam-se com a estética, já que a pesquisa revela que 32,5% das mulheres entre 20 e 30 anos já fez cirurgia plástica e 44% pretende se submeter a alguma cirurgia estética após os 40 anos de idade. (Se for para ser feliz, eu apoio). ![]() Elas toleram mais a traição (54,6%) que os homens: 70,6% deles terminariam a relação caso descobrisse ser traído. (Bobinhas) Cerca de 38% das mulheres entre 20 e 30 anos conta que já traiu e que, para elas, este comportamento é normal hoje em dia ( #vergonhaalheia que feio hein mulherada? eu não esperava por essa). Entre as mulheres brasileiras com mais de 30 anos, este índice é de 12%. Já as entrevistadas com até 30 anos (67%) revelam: “gostaria de “transar” mais”. (Nesse item acredito que esteja inclusa a colocação: ”gostaria de ter mais tempo”. Transar seria uma das coisas que poderíamos fazer mais se tivéssemos mais tempo). Os dados também mostram que as mulheres estão cada vez mais conectadas às novas tecnologias. Segundo levantamento realizado em 2011 com mulheres entre 20 e 30 anos, 80,5% delas estão conectadas nas redes sociais. O percentual sobe para 94,8% quando o perfil é de jovens brasileiras entre 13 e 20 anos. (Obrigada pela audiência ;D ) No entanto, a pesquisa aponta que a conquista pelo “lugar no mundo” não deixa de ter seus ônus. Ou seja, 55% das mulheres entre 25 e 55 anos se sentem sobrecarregadas com seus múltiplos papéis (uff), 69% sentem dores de cabeça ou no corpo frequentemente (Muitas vão mostrar esses dados para o seu amado e dizer: viu amor? não sou a única haha) e 64% se sentem estressadas. “Para o futuro, as mulheres acreditam que os relacionamentos serão mais abertos, com as mulheres mais independentes que os homens e comandando a relação. Assim como as relações serão cada vez mais virtuais, menos formais e duradouras. A mulher contemporânea é camaleoa: muda a todo momento. Afinal, ela pode ser o que quiser”, finaliza a psicóloga Suzana Carvalho, responsável pela análise dos dados. E aí meninas? Curtiram a pesquisa? Vale muito para refletir o nosso papel na sociedade atual, né? Beijos chamosas intelectuais ;) 10 passos para o sucesso profissionalTudo o que você precisa saber para alcançar o sucesso profissional![]() Seja uma profissional de destaque no mercado de trabalho e conquiste o sucesso investindo em você mesma. Conheça os 10 passos para o sucesso profissional e coloque todos eles em prática. 1. Tenha objetivos: O primeiro passo para alcançar o sucesso profissional é fazer um planejamento da sua carreira. Analise, pesquise, procure informações sobre a área em que deseja atuar. Sabendo mais sobre o caminho que você deseja seguir, fica mais fácil definir seus objetivos. Depois, trace metas de curto, médio e longo prazos e estimule prazos para alcançar cada uma delas. 2. Explore seus pontos fortes: Além de saber quais são suas limitações, é preciso que você saiba quais são seus maiores talentos e habilidades. Descobrir seus pontos fortes e usá-los na prática a seu favor aumenta suas chances de se destacar na vida profissional. 3. Reavalie suas metas: Sempre que necessário, reavalie seu planejamento e faça as adaptações necessárias conforme as mudanças do mercado, mas sem perder o foco. 4. Busque capacitação: O mercado de trabalho muda constantemente e é preciso estar atenta para saber quais habilidades são necessárias para alavancar sua carreira. Procure cursos de seu interesse, investir em qualificação certamente conta pontos positivos na hora de uma contratação e abre portas para as promoções. 5. Seja flexível: As empresas procuram profissionais que saibam aceitar as diferenças entre pessoas e estejam preparados conviver com situações inusitadas. É o famoso “jogo de cintura”. Às vezes, tomar decisões e agir de maneira diferente, fugindo do convencional, cedendo e se adaptando às situações pode proporcionar novas experiências. Mas lembre-se de manter o equilíbrio. 6. Saiba trabalhar em equipe: Saber realizar um bom trabalho com outras pessoas é uma das características indispensáveis para o sucesso profissional. Mantenha um bom relacionamento com os colegas de trabalho, exponha suas idéias e saiba ouvir o que os outros têm a dizer. 7. Destaque-se: Use a criatividade e tenha idéias inovadoras. Demonstre interesse em aprender coisas novas, apresente soluções e busque os melhores resultados. Tenha atitudes positivas, pense em como ajudar outros com seus conhecimentos, seja uma pessoa com quem todos podem contar. 8. Mantenha uma boa rede de relacionamentos: Ter bons contatos é essencial, é uma boa chance de se fazer notar no meio profissional e ainda conhecer pessoas interessantes. Guarde os cartões de visita que recebe, mantenha os e-mails das pessoas conhecidas sempre atualizados, utilize os recursos que a internet oferece, como as redes sociais. 9. Use o marketing pessoal: Aprenda a vender a sua imagem em benefício da sua própria carreira. Mostre seu valor pessoal e suas qualidades dando bons exemplos no dia-a-dia. Demonstre eficiência, interesse, iniciativa, persistência e motivação. Atraia a atenção das pessoas, seja interessante. 10. Encare os novos desafios: Aceite os desafios e aproveite para mostrar sua competência quando precisar realizar uma tarefa que exige maior responsabilidade ou diferente das que está acostumada. Na vida profissional, quem demonstra confiança em si mesmo tem muito mais chances de se destacar. Leia mais sobre "10 passos para o sucesso profissional" e temas relacionados:Mulher,mãe e profissional
Não faz tanto tempo assim, mulher não trabalhava fora. Nascia e era criada para ser mãe e dona de casa. Depois veio a revolução industrial, a revolução feminista, a invenção da pílula, enfim, vários acontecimentos que geraram mudanças profundas. Hoje a mulher trabalhar fora é normal.
Porém, se antes a mulher deixar a casa e os filhos para ir trabalhar fora era mal-visto, hoje parece ser exatamente o contrário. Se uma mulher bem sucedida profissionalmente decide deixar o trabalho e cuidar da casa e dos filhos, causa estranheza nas pessoas. Particularmente, acredito que cada mulher deve poder optar, dentro de suas possibilidades, ao que for melhor para si. Quem disse que todas têm que fazer do mesmo jeito? O que não pode, ou não deveria poder, é que um modelo seja estabelecido como certo a ser seguido. Não existe certo ou errado, existe o melhor e o possível para cada um. Conheço várias mulheres que gostariam de trabalhar fora, mas que não ganhariam o suficiente para compensar os gastos de manter alguém cuidando da casa e dos filhos. Também há casos de mulheres que desejam simplesmente ser donas de casa, cuidar dos filhos, mas que precisam trabalhar para sobreviver. Já outras, só se imaginam bem se dividindo entre a mulher-mãe e a mulher-profissional, portanto, fazem isso com amor, apesar do cansaço. E há também quem mude de carreira, para ter mais tempo para os filhos sem deixar de trabalhar. Tem ainda quem seja mãe e dona de casa em tempo integral e está muito feliz assim. Sem contar quem escolhe não ter filhos e também é muito feliz, inclusive profissionalmente. Por que, então, causa estranheza notícias como essa, da Folha Online? Casada e mãe, Gwyneth Paltrow perde interesse pelo cinema e quer se aposentar
da Ansa, em Londres
A atriz norte-americana Gwyneth Paltrow, casada com o vocalista da banda Coldplay, o britânico Chris Martin, disse que planeja se aposentar por falta de interesse pela atuação. Gwyneth, de 35 anos, mãe de duas crianças, disse ter perdido "todo o interesse em fazer filmes". Em 1998, ela levou o Oscar de melhor atriz, derrotando Fernanda Montenegro, que concorria por sua atuação em "Central do Brasil". A protagonista de longas como "Shakespeare Apaixonado" (1998) e "O Talentoso Ripley" (1999) havia dado um tempo na atuação após o nascimento de sua primeira filha, Apple, em 2004. Este retiro provisório se estendeu até 2006, quando nasceu seu segundo filho, Moses. Gwyneth tem dito estar pensando em não voltar mais a atuar. "Pensei muito nela (a aposentadoria), pois não tenho mais interesse em atuar em filmes", afirmou a atriz. "Não quero voltar a trabalhar da mesma forma que fazia antes. Nunca. É difícil ficar longe (dos filhos)", acrescentou.
Lucy Nicholson/Reuters
Atriz Gwyneth Paltrow, mãe de dois filhos,
diz que perdeu interesse pelo cinema e cogita se aposentar Super mãe e executiva de sucesso é possível?
É segunda-feira cedo. Você se planejou no domingo, já deixou todas as suas coisas ajeitadinhas, roupa separada, tarefas organizadas, para não ter nenhum problema no retorno à rotina da sua dupla jornada de profissional de sucesso e mãe/esposa. Você acorda, toma um banho, se veste, dá um ‘tapa’ no visual e, quando vai pegar o filhote para deixar na escola, ele está com febre e fez pipi na cama. Você dá um jeito em tudo na correria, faz o que é preciso e corre para o escritório. Seu chefe lhe olha feio, você finge um sorriso e diz que teve um imprevisto (sim, é verdade) para que ele não descubra sua identidade secreta, que usa quando sai do escritório. Aí você vai para sua mesa e pensa aborrecida: por que tem de ser assim? Será que isso só acontece comigo?
O fato é que, cada vez mais, as mulheres vêm conquistando espaço no mercado de trabalho, muitas vezes em cargos de alto escalão e com altas responsabilidades. De acordo com Ministério do Trabalho, o número de mulheres trabalhando formalmente no país pulou de 11,8 milhões em 2002 para 15,3 milhões em 2008. Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais), esse crescimento se realiza de forma contínua e não sazonal, independendo de épocas específicas para esse aumento. Então não se preocupe: você não é a única a lidar com essa situação. O jeito é ter jogo de cintura e mostrar que você é polivalente de verdade.
O aumento do número de mulheres no mercado de trabalho tem origem em um contexto histórico recente. Depois da Segunda Guerra Mundial, muitas mulheres tiveram de trabalhar para sustentar seus filhos, já que seus maridos estavam no fronte de batalha ou até mesmo morreram durante os combates. Esse fenômeno inicial fez com que o trabalho e o profissionalismo das mulheres pudessem ser observados em um espaço que, anteriormente, era apenas masculino. Na história, as mulheres foram estimuladas a desenvolver essas competências até para cuidar de vários filhos, da casa, do marido.
Dupla jornada
Apesar da emancipação feminina no que diz respeito ao mercado de trabalho, muitas mulheres fazem malabarismos para conseguirem conciliar a vida profissional com os afazeres domésticos. Como profissional e também mãe e esposa, acredito que é preciso ter clareza nas prioridades do dia a dia e colocar limites em certos pontos. Costumo dizer que tempo é uma questão de prioridade. Além disso, é preciso uma estrutura que permita com que, tanto a mulher, quanto o homem, possa dar conta de tudo. A vida saudável é feita de vários pilares compostos pela família, pelo trabalho, pela saúde, pelo lazer e amigos, que tem de estar em equilíbrio. Toda vez que abrimos mão de um desses itens sem ter a consciência do que está sendo feito, há uma conta a ser paga depois..
Números
Mesmo com o avanço do número de mulheres no mercado de trabalho, as diferenças entre o sexo masculino e o feminino ainda permanecem. Segundo pesquisa do Ministério do Trabalho, de 2003 a 2010, o ganho real entre o salário médio de admissão foi de 31,41% entre os homens e de 25,45% entre as mulheres.
Em relação aos estudos, as mulheres têm maior representatividade no ensino superior. Em pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres representam 19,6% dos profissionais com ensino superior completo, contra 14,2% do sexo masculino, uma diferença de 5,4%. No entanto, quando o assunto é o grupo de trabalhadores no mercado de trabalho com menos tempo de ensino, a presença masculina é mais forte.
Organização é a saída
Para que cada setor da vida funcione harmoniosamente, é necessário ter a noção do que é possível e o que não é. É preciso escolher quais são as prioridades do momento. Haverá momentos em que será necessário fazer escolhas. Ter clareza da ordem dos pilares ajuda na tomada de decisão.
Outro ponto a ser destacado para o sucesso profissional e pessoal é a organização. É melhor se planejar para fazer coisas realmente importantes no dia, do que tentar resolver tudo de uma vez e ficar frustrado caso não consiga. Nos dias em que tiver muitos assuntos urgentes e importantes, será preciso fazer uma jornada maior. Mas isso não pode ser constante, ou a profissional corre o risco de se cansar e não conseguir resolver nada direito. É melhor ter paciência e planejamento, assim fica mais fácil conciliar o mundo do trabalho com as tarefas familiares. Siga confiante e boa sorte!
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